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Eletrólise ou etanol? Estudo compara caminhos estratégicos para a produção de hidrogênio no Brasil

  • REDAÇÃO H2RADAR
  • há 12 minutos
  • 1 min de leitura


Um estudo recente apresenta uma análise comparativa das principais rotas de produção de hidrogênio no Brasil, avaliando sob a ótica tecnoeconômica e de políticas públicas duas alternativas centrais: a eletrólise da água alimentada por eletricidade renovável e a reforma a vapor do etanol. A pesquisa destaca que o país ocupa uma posição singular no cenário energético internacional, ao combinar uma matriz elétrica majoritariamente renovável com uma cadeia de bioenergia consolidada baseada no etanol de cana-de-açúcar — condição que abre espaço para múltiplos caminhos rumo à economia do hidrogênio.



Custos, competitividade e o papel das políticas públicas na escolha tecnológica


A análise utiliza o conceito de Custo Nivelado do Hidrogênio (CNOH) para decompor variáveis como investimento inicial, custos operacionais, preços de insumos energéticos e parâmetros financeiros, além de conduzir análises de sensibilidade envolvendo preços da eletricidade e do etanol, taxas de desconto e fatores de utilização.


Os resultados indicam que a reforma a vapor do etanol tende a apresentar custos mais competitivos no curto e médio prazo, principalmente pela menor intensidade de capital e pela disponibilidade da matéria-prima no país. Já a eletrólise ganha competitividade em cenários de queda do custo da eletricidade renovável e redução do CAPEX dos eletrolisadores, podendo se consolidar como alternativa estratégica no longo prazo.



Acesse o estudo AQUI:




 
 
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